CháTic

Tecnologias de Informação e Comunicação na Prática Profissional

Aprender e inovar com TIC[1]

[1]Disponível em: http://www.dgidc.min-edu.pt/outrosprojetos/index.p... Acesso em:20 de Novembro de 2013

Expressão Dramática

Esta unidade curricular pretende continuar a desenvolver a fase de socialização e os conhecimentos elementares dos mecanismos e tecnologias envolvidas na expressão dramática. Sendo assim, os seus objectivos têm maior incidência na vertente pedagógico-didáctica.

No final do semestre, o aluno deve conhecer e aplicar processos que envolvem a corporeidade, o texto e a expressão dramática. Compreender e mobilizar a função da expressão dramática num quadro de articulação curricular e da monodocência inerente à Educação Básica. Organiza estratégias expressivo-dramáticas indutoras da educação da sensibilidade e do imaginário. Desenvolve diferentes estratégias de apreciação na lógica da recepção.

Conteúdos Abordados

  1. Jogos Grátis Dramáticos
  2. A importância dos Fantoches não Jardim de infância
    - Guião - Conto V "Como Ficar Calmo e feliz circunstancias los quaisquer" do Livro "Contos da Mata dos Medos" de Álvaro de Magalhães
  3. As Sombras chinesas
  4. Promover a Leitura

Jogos Dramáticos

Nome do Jogo: Imagina que….

Descrição do jogo

Com a turma sentada no chão em círculo, chamamos uma criança e contamos-lhe ao ouvido uma situação imaginada, por exemplo:

“Imagina que estás a subir umas escadas, tropeças e cais; estás a brincar com um cachorrinho; queres atravessar a rua e há muitos carros; vais pela rua e encontras um amigo; levas um saco com muitas garrafas e ele rasga-se; estás a comer um gelado muito apetitoso; estás num autocarro muito apertado porque há muita gente; vais pela rua, pisas uma coisa escorregadia e cais ao chão; queres apanhar uma coisa que está muito alta e não chegas.”

A seguir a criança deve representar a situação sugerida ao grupo. Representando este a situação diante dos colegas, estes devem adivinhar o que ele quer exprimir.

A actividade deve continuar, passando por todas as crianças do grupo.

Objectivos Didácticos: Desenvolver a capacidade expressiva.
Estimular a imaginação e a motivação.

Escalão Etário: Pré-escolar e Primeiro Ciclo.

Local de Jogo: Interior ou exterior

Tempo de Duração: Ilimitado

Número de Jogadores: Turma toda.

Materiais de Suporte: Não necessita de qualquer tipo de material.

Nome do Jogo: O Rei manda

Descrição do jogo

A turma é organizada em filas viradas para um dos lados da sala e o professor começa o jogo, em frente á turma, assumindo o papel de rei.
Dá uma ordem, dizendo por exemplo: “O rei manda ser uma cobra!”, e todos os alunos têm de imitar e se comportar como uma cobra. Continua dando sucessivas e diferentes ordens como “galopa como um cavalo”, “faz de elefante”, até quando os alunos perceberem a estratégia do jogo passando eles a representar o papel de rei.
Quando o professor achar oportuno deve assumir o papel de rei, evitando desta forma ordens repetidas, pouco interessantes ou lentas.

Objectivos: Desenvolvimento da capacidade expressiva e da motricidade global.

Escalão etário: Jardim-de-infância ou 1º ciclo

Local do jogo: Sala de aula

Tempo de duração: 5 a 10 minutos

Número de jogadores: Turma toda

Materiais de suporte: Não são necessários materiais de suporte

Nome do jogo: A Sombra

Descrição do jogo

Divida o grupo em pares. Um jogador de cada par vai imitar os movimentos do seu parceiro, tendo este obrigatoriamente que movimentar todo o corpo.
Este pode andar livremente pela sala, explorando o seu corpo e movimentando todas as partes deste de forma a tornar divertido a imitação que o colega fará dele.

Objectivos: Desenvolvimento da motricidade global, da coordenação dinâmica, da atenção e observação,

Escalão etário: A partir dos 6 anos

Local de Jogo: Sala ampla

Tempo de duração: 10 minutos

Número de jogadores: Indeterminado, tendo no entanto que existir número suficiente para que se possa formar pares. Se o número de jogadores for impar, o professor pode também entrar no jogo para que o número de participantes seja par.

Materiais de suporte: Não é necessário nenhum tipo de material para esta actividade.

Nome do jogo: Vou viajar, mas primeiro…

Descrição do jogo

Os jogadores estão sentados em círculo e um deles começa o jogo, dizendo “vou viajar, mas primeiro tenho de fechar as janelas”, enquanto faz o gesto de fechar as janelas. O jogador seguinte repete a frase e o gesto anterior, mas acrescenta-lhe a sua tarefa, acompanhada do gesto adequado. Sucessivamente os jogadores repetem a frase e os gestos, acrescentando-lhe sempre uma nova tarefa acompanhada do gesto. A lista de tarefas cresce. Finalmente, todo o grupo repete em conjunto a série completa. Se a combinação de palavras e gestos for demasiado difícil, o grupo pode repetir apenas os gestos.

Objectivos: Desenvolver a capacidade de representação, de imitação, de imaginação, de criatividade e de memória.

Escalão etário: no mínimo 9 anos

Local de jogo: Indiferente

Tempo de duração: 10 minutos

Número de jogadores: Ilimitado

Material de suporte: não é necessário.

Nome do jogo: Foto de grupo

Descrição:

Fazer grupos de 3 ou 4 elementos. Sugerir uma situação a cada grupo e pedir aos jogadores para fazerem a pose adequada para uma fotografia e a manterem. Um aluno e o Educador/Professor anda pela sala fingindo tirar fotografias a cada grupo. Mudar o tema das poses com frequência.
Exemplos de poses: “imaginem que estão num café a tomar o pequeno-almoço”; “imaginem que estão na biblioteca a estudar”; “imaginem que são turistas e estão a visitar um monumento importante”; “imaginem que estão a passear”; “imaginem que estão a tirar um foto de grupo para a escola”; “imagina que estas num casamento”…

Objectivos: Desenvolver a imaginação;
Desenvolver o sentido de composição, a noção de esquema corporal, a percepção visual;
Desenvolver a capacidade expressiva.

Escalão etário: A partir dos 9 anos.

Local do jogo: interior ou exterior.

Tempo do jogo: 10 minutos.

Número de jogadores: A partir de 9 jogadores.

Material de suporte: Não é necessário.

A importância dos Fantoches no Jardim de infância

Os fantoches são, atualmente, um recurso bastante utilizado nos jardim-de-infância, devido à sua utilização como meio de comunicação e integração entre as crianças. Tendo em conta que uma encenação com os fantoches, normalmente, é em grupo, propicia a interação entre as crianças.

Estes são objetos inanimados que vão ganhando vida através dos seus animadores, estes, por sua vez vão-se libertando e vão passando o que sentem para o fantoche.

Quando as crianças manipulam os fantoches, sentem que podem dizer e fazer o que quiserem porque é o fantoche que está a agir, ou seja, a criança transmite o que sente através do fantoche. Podemos, então perceber que a criança se sente mais segura e mais confiante em si mesma através da manipulação do fantoche.

Agora, partilhamos convosco dois dos guiões elaborados com base no Conto de Álvaro Magalhães "Contos da Mata dos Medos". Estes podem ser representados através da manipulação de fantoches.

Guião – Conto V
“Como ficar calmo e feliz em quaisquer circunstâncias”
do livro " Contos da Mata dos Medos"
de Álvaro de Magalhães

Cena I (toupeira, caracol, ouriço, rã e coelho)

(O mar dentro de um frasco. Era um grande acontecimento no largo, mais um. E vieram todos a correr.)

Toupeira –Até que enfim, Caracol. E que tal é o mar?

Caracol – (sem entusiasmo) É um mar como outro qualquer. Gostei mais do momento antes de o encontrar. Os momentos durante não são tão bons e o momento depois ainda é pior.

Toupeira – (dúvida) Não estás contente?

Caracol – Estou. Porque vi o mar. Mas também estou triste.

Toupeira – Porquê?

Caracol – Porque vi o mar. Agora que o encontrei, já não o posso procurar.

(Abriram o frasco e saiu de lá um jorro de água castanha e barrenta)

Ouriço – Isto é água doce. Água da chuva e terra da Mata dos Medos. Ó Caracol, custa-me dizer isto, mas encontraste um charco de água suja. Não era o mar.

Caracol – (dúvida) E o peixe medonho e monstruoso? Também não é do mar?

(Viraram o frasco para o tal peixe sair. Dentro do frasco parecia de facto um peixe medonho e monstruoso, mas cá fora era muito parecido com uma rã verde, das mais pequenas.)

Coelho – Isto é uma Rã.

Rã – Eu também nunca vi o mar (estica as patas). Só ouço histórias.

Coelho – (sobressaltado) Já ouviste a história do dia em que o mar chegou à mata?

Rã – Já. Há um sapo velho que a está sempre a contar. E agora, posso ir andando? Ainda tenho muito que saltar até ao charco.

Caracol – (envergonhado) Desculpa.

Rã – Não faz mal. O frasco era apertado, mas já passou.

Caracol – (envergonhado) E desculpa, também, por te ter chamado Peixe Medonho e Monstruoso.

Rã – Visto daqui também és um Bicho Medonho e Monstruoso. Adeusinho e até à próxima.

(Rã sai de cena)

Caracol – (animado) Nesse caso, posso voltar a partir à procura do mar.

(Caracol fica pensativo, Coelho aproxima-se do Ouriço.)

Coelho – (contente) Ouviste o que disse a rã? O mar chegou aqui…

Ouriço – Ela disse que era uma história.

Coelho – As histórias são mentiras que dizem a verdade. Contam o que aconteceu de maneira exagerada e emocionante. Pergunta à Pequenita, que já comeu muitas.

(Caracol aproxima-se do Coelho e do Ouriço)

Caracol – Desta vez vou encontrar o mar. Adeus amiguinhos.

Cena II (Ouriço, Pequenita e Narrador)

Narrador – E não foi ele o único a deixar o largo nesse dia. A Pequenita, depois de muito pensar, decidiu juntar-se a uma procissão de lagartas e pôr fim à sua carreira de Processionária-Não.

Pequenita – É só por uns tempos, até aprender algumas coisas e assim me tornar uma processionária assim-assim… Mas nunca ser uma processionária-sim. (pausa).Porque assim, se eu ficar aqui não me acontece o que está para me acontecer.

Ouriço – O quê?

Pequenita – Isso é o que vou saber. Depois venho cá nem que seja só para to dizer.

Ouriço – Espera aqui um pouco, Pequenita.

(Ouriço sai de cena e volta com um livro)

Ouriço – Leva este livro para a viagem. É uma Mesinha de Cabeceira Muito Útil. Ah!! Tem uma dedicatória na primeira página.

Pequenita – (abre o livro e lê devagar) Dedicadado au meu bonhe amigu Pequenita”. Ouriço, não é que isso interesse, mas não devia ser dedicado?

Ouriço – Não, porque é dedicado e dado.

Pequenita – Obrigado, Ouriço. Vou comer tudo menos esta dadedicatória. É assim que se diz, não é? (risos)

Ouriço – Neste caso pode ser… Boa sorte! E volta depressa.

(Pequenita apanha a procissão.)

Narrador – O Ouriço ficou tão aborrecido com tantas partidas que, nesse dia e nos que se seguiram não ouriçou.

Cena III (Ouriço, Chapim, Narrador)

Narrador – Mais tarde, e à falta de melhor, foi visitar o Chapim, que ainda estava a contar os seus bens.

Chapim – 420, 421… (olhar desconfiado para as coisas) Achas que ainda estão aqui mil?

Ouriço – Devem estar. São tantas.

Chapim – Não sei, tenho as minhas dúvidas. E isso preocupa-me, que hei-de fazer? (receoso)

Ouriço – não me digas que já não és feliz?

Chapim – (suspiro) Sou feliz porque tenho mil coisas, se lá estiverem todas, mas não sou porque tenho medo de as perder e vivo numa aflição, sempre a conta-los. Basta perder uma que seja e deixo de ser milionário. (pausa) Estava a pensar procurar-te para pedir ajuda se não tivesses vindo até cá. Todos sabem que sabes como ficar calmo e feliz em quaisquer circunstâncias. E depois há aquela canção que cantas quando estás a ouriçar: “ Não fazer nada, não ir a lado nenhum, não pensar nisso sequer, que bom que é,”

Ouriço – Olarilolé!

Chapim – Pois é, (suspiro) tenho pensado se não será esse o caminho para a felicidade. Ensinas-me a fazer isso? (esperançoso)

Ouriço – Não é preciso. Basta não ter nada que fazer e não pensar em nada. Ter a cabeça vazia ajuda muito. Depois, deixas-te estar, simplesmente a ser, a escutar as coisas que não se ouvem, sem te apressares nem te aborreceres. (pausa) De repente, o Sol põe-se e ficas a saber tudo o que fizeste nesse dia: nada. E como não tinhas nada para fazer, isso ficou feito. É uma grande vantagem. Quando não se faz nada, nunca se deixa nada por fazer.

Chapim –Já percebi. Começo amanhã de manhã. Vai ser assim: acordar às sete da manhã e começar a não fazer nada. Às oito, não fazer nada também. Às nove, eu hei-de fazer às nove? Nada, não é? Às dez da manhã…

Ouriço- (interrompe o chapim) Não é nada disso. Essas coisas só resultam quando as não fazemos naturalmente, não quando nos esforçamos muito para as não fazer.

Chapim – (aborrecido) Eu não estou a esforçar-me. Estou a organizar-me, a criar um programa.

Ouriço- Também não é preciso programar. Não fazer nada já é um programa completo.

Chapim – Acredito. Mas não estou habituado a não fazer nada. Tenho de me organizar. Assim, sei que não me esqueço de não fazer isso tudo.

Cena IV (Narrador)

Narrador- Entretanto, não muito longe dali, a Pequenita cavou um buraco com as outras da sua fila e enterrou-se na terra, tal como todas as outras lagartas da sua procissão. Enrolou-se dentro do buraco e, de repente, caiu num sono tão profundo que dir-se-ia nunca mais poder despertar.

Cena V (Narrador, Ouriço)

Ouriço- Onde andará a Pequenita? O que estará ela a fazer? Correrá perigo? Ou será que escolheu a melhor procissão?

Narrador- O ouriço, cansado de pensar naquilo ou no que quer que fosse, ficando assim de cabeça vazia e de barriga para o ar, a ouriçar. Por veze o Chapim fazia-lhe companhia e cantavam: “Eu tenho um amigo, que anda sempre comigo, se vamos brincar rimos sem parar. Quando estamos juntos o dia não tem fim, eu tenho um amigo que gosta de mim. ”

Cena VI (Narrador)

Narrador- E assim o Verão foi passando, sem sobressaltos.

Cena VII (Ouriço, Pequenita)

Ouriço- Como é bom ouriçar à sombra!

Pequenita – Ei! Ouriço!

Ouriço- (estremeceu e voltou-se para a Borboleta) Que queres? Pareceu-me ouvir a voz de uma amiga minha.

Pequenita – A Pequenita?

Ouriço- Conhecê-la?

Pequenita – Vagamente. Digamos que já fui essa lagarta peluda e peçonhenta em que não se podia tocar. Agora sou isto que vês.

Ouriço- (aproxima-se, espantado) És tu, Pequenita?

Pequenita – Sou eu, Ouriço (duas voltas no ar). Estava com medo que não me conhecesses!

Ouriço- Foi fácil, ainda tens a mesma voz. Mas agora tens asas, podes voar. Como é que foi isso?

Pequenita – Cavei um buraco com as outras e não me lembro de mais nada. Acho que adormeci e sonhei. Só isso. Quando acordei era esta borboleta que tu vês. Foi como se estas asas nascessem só porque fui capaz de sonhar com elas.

Ouriço - Ficam-te bem… (atrapalhado)

Pequenita – Agora já te podes chegar a mim. Se quiseres, até me podes tocar com a ponta do focinho. Devagar, que estas asas são delicadas.

(o Ouriço encostou a ponta do focinho e tocou ao de leve nas asas da Pequenita)

Pequenita – Ui! Faz cócegas… (risos)

Ouriço- Pequenita, porque não descansas em minha casa antes de partires?

Pequenita – Aceito, sim! Sabes, Ouriço? Agora que posso voar, gostava de ver de perto todos os bocadinhos da mata… (pausa) Mas prometo voltar ao largo de vez em quando.

Ouriço- Leva este livro que é uma secretária muito útil.

Pequenita – Amigo, agora tenho outros gostos…

(Pequenita bateu asas, voou sobre o Pinheiro Grande e desapareceu no ar)

Ouriço- Quem diria que aquela Pequenita chegaria tão alto.


As sombras chinesas

Todos nós já vimos sombras projetadas por algum foco de luz através de uma cortina, por exemplo. Nos palcos, a sombra chinesa utiliza o mesmo processo usando em cena um foco e uma tela, onde entre eles, estará a pessoa ou a figura a projetar.

As sombras chinesas podem ser utilizadas principalmente no 1.º ciclo como forma de abordar as temáticas das aulas de uma forma dinâmica e cativante.

A utilização das sombras chinesas também é útil para cativar a relações entre as crianças aumentando, assim, a interação e a cumplicidade entre elas pois permite que desenvolvam juntas uma cena ou um projeto em que tem de colaborar e auto-ajudar-se para que o resultado final seja satisfatório.

Promover a leitura

Ao longo dos anos, os livros têm vindo a ganhar mérito. Cabe aos educadores/professores e aos pais promover momentos de leitura. Na escola, deve-se criar um horário e um dia específico para que as crianças tenham contacto com os livros. Em casa, os pais devem ler e contar histórias para que os seus filhos ganhem gosto pela leitura e, posteriormente sejam eles próprios a ler.

Atualmente, vivemos num momento de crise em que nos é difícil despender algum dinheiro para a compra de livros, mas podemos ter acesso a estes através das bibliotecas municipais e através da internet.

Um dos muitos sites existentes é http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/bibliotecadigital/. Este disponibiliza uma diversidade de livros divididos por escalões etários, o que leva a uma escolha adequada.

Bibliografia

Bibliografia fornecida pela docente de Expressão Dramática

  • TEJERINA (1994). Dramatización y teatro infantil. Dimensiones psicopedagogicas y expressivas. Madrid: Siglo Veinteuno de España Editores.
  • COSTA, I. (1989). O fantoche que ajuda a crescer. Porto: Porto Editora.
  • MOTOS; TEJEDO (1987). Práticas de dramatização. Madrid: Humanitas.
  • AMORIM, T. A. (1995). Encontros de teatro na Escola. Porto: Porto Editora.
  • GOOCH, M. (1998). Eu escrevo peças de teatro. Lisboa: Pergaminho.

Comment Stream