"Civilização", de Eça de Queirós

Introdução

  • Objetivos desta comunicação oral;
  • Nota biobibliográfica sobre o autor: José Maria de Eça de Queirós (25 de novembro de 1845, Póvoa de Varzim - 16 de agosto de 1900, Paris) é um escritor português bastante importante. Estudou Direito na Universidade de Coimbra. Os seus primeiros trabalhos foram publicados na "Gazeta de Portugal". Mudou-se para Lisboa após concluir o curso e exerceu advocacia e jornalismo, nunca parando de colaborar com revistas e jornais. Casou-se com Emília de Castro com quem teve quatro filhos. Obras: O Mistério da Estrada de Sintra (1870), O Crime do Padre Amaro (1875), A Tragédia da Rua das Flores (1877-78), O Primo Basílio (1878), Os Maias (1888), Contos (1902), Correspondência (1925);
  • Explicação do título.

Desenvolvimento

  • Resumo do conto;
  • Caracterização da ação: Encadeamento;
  • Espaço: Palácio, também conhecido como Jasmineiro - cidade; solar de Torges - campo;
  • Tempo: século XIX;
  • Personagens: Jacinto, amigo do Jacinto, Zé Brás, esposa do Zé Brás, Sr. Sousa, Sr. Grilo e pais do Jacinto;
  • Caracterização da personagem principal: afortunado, "são", inteligente, rico, "civilizado", privilegiado, "excelente", infeliz e aborrecido com a vida (início), humilde e feliz com aquilo que tem (fim) - personagem modelada;
  • Caracterização do narrador: Participante (homodiegético) e subjetivo;
  • Leitura de um excerto: "Que faltava a este homem excelente? Ele tinha a sua inabalável saúde de pinheiro bravo, crescido nas dunas; uma luz da inteligência, própria a tudo alumiar, firme e clara, sem tremor ou morrão; quarenta magníficos contos de renda; todas as simpatias duma cidade chasqueadora e céptica; uma vida varrida de sombras, mais liberta e lisa do que um céu de verão... E todavia bocejava constantemente, palpava na face, com os dedos finos, a palidez e as rugas."

Conclusão

  • Observações (opinião, aprendizagem, etc).

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